1. Primeiro, para começarmos a entender este blogue, falemos sobre o nome usado: “schedios” é uma palavra grega que significa “temporário”, “done extempore” etc. — aliás, é a raíz do termo inglês “sketch”, que significa esboço (o que, inclusive, explica a utilização de rascunhos de J. R. R. Tolkien para decorar o site [vide Galeria]).

2. Essa palavra foi escolhida a dedo — e isso explica-se assim: eu, Rodrigo C. Souza, publicarei neste blogue sem muito comprometimento; aqui jogarei rascunhos de textos (ou de pensamentos que estarão mais bem fundamentados no futuro); não usarei (necessariamente) padrões acadêmicos, nem sequer observarei a norma culta de modo dogmático (haverá rascunhos… também de escrita, e isso quer dizer, aliás, que meu modo de escrever pode variar bastante de um artigo para outro neste site); testarei várias coisas; não irei sequer ter uma frequência fixa de postagem.

3. Agora, “eu, Rodrigo C. Souza”? — sim! — também explicarei isto. Este é um blogue pessoal, o que significa que haverá, aqui, apenas textos meus (ou escolhidos por mim — traduzidos e/ou comentados, por exemplo), fato esse que também “justifica” minha escolha por escrever em primeira pessoa em várias ocasiões, bem como colocar minha assinatura aos finais dos artigos e das páginas (cheque o final deste texto ou de Contato para ter um exemplo disso).

4. Acerca, agora, dos temas tratados, posso dizer que estes serão variados; escreverei sobre o que tenho interesse (o que inclui filosofia, religião, música, poesia e… outros assuntos). Penso que haverá foco sobretudo em filosofia (ver Cartaz #1 logo abaixo para observar uma representação artística disso) e em música (vide Cartaz #2, ao lado do Cartaz #1) — sobre a última coisa, vale já uma observação: eu não tenho conhecimento relativo à teoria musical e nem toco algum instrumento, por isso falarei de subculturas, cenas, gêneros, artistas, projetos, curiosidades etc. a partir da visão de um leigo (extremamente) interessado e, vale também salientar, minhas reviews de músicas e de álbuns serão baseadas no meu gosto particular e no que consigo observar com minha bagagem… isto é Schedios.

Visualize em tela cheia as imagens acima clicando nelas.

5. Outra nota: sendo um blogue pessoal, este local terá uma importante relação com outros espaços meus na internet. Aqui divulgarei meus canais do YouTube, focados em música e desenvolvidos por minha natural obsessão pelas coisas (e às vezes por trabalhar com elas) — penso que o conhecimento das minhas outras atividades online ajudará, provavelmente, na compreensão do site como um todo; além disso, farei projetos que irão envolver essas duas plataformas (blogue e YouTube), possivelmente — isto o futuro vai revelar.

5.1 Falando dos canais, o meu Eremita… Ta tombe est dans mon cœr (@eremitaorgao) é dedicado ao órgão de tubos, o rei (e pai de boa parte) dos instrumentos; na verdade, trata-se do canal do YouTube mais antigo que ainda uso (e até por isso o meu xodó); inclusive, muitos me conhecem como “Eremita” por causa, direta ou indiretamente, dele (que teve alguns dos seus vídeos mais antigos deletados, aliás). Lá há, até o momento presente (em que publico este texto), principalmente 11 compilados de músicas de órgão (cada trabalho com um tema específico), totalizando quase 14 horas.

Print do canal Eremita (13/01/2024) (Imagem 4)¹. Clique aqui ou na imagem para acessar o canal.

5.2 O Undercover Black Metal (@UndercoverBM) é outro canal meu; este é focado em black metal, mais especificamente em covers desse gênero musical (apesar de que, em um futuro próximo, haverá, possivelmente, excessões a essa regra). Um cover é uma nova interpretação — por um artista, banda etc. — de uma música já feita — por outro projeto musical, artista etc. O Undercover tem espaço não apenas para covers feitos por bandas de BM, mas também para covers de músicas originalmente de projetos de black metal (além de situações que envolvam ambas as coisas). Atualmente (data de publicação deste artigo) ele tem 19 vídeos publicados, contando com mais de 4 mil visualizações.

Print do canal Undercover (13/01/2024) (Imagem 5). Ao clicar neste texto ou nesta imagem você será redirecionado ao canal do YouTube UBM.

5.3 Por fim, tenho ainda o canal Bestial War Metal Devastation (@BWMD666), dedicado, por sua vez, ao subgênero war metal/bestial black metal, uma forma específica de mistura entre os gêneros black metal e death metal — além disso, este canal também abrange estilos de música parecidos com o war metal mas que não são propriamente bestial black (o próprio nome veio do EP “Bestial Devastation” do Sepultura [BRA], que não é classificado como war metal apesar de ter bastante influência sobre inúmeras bandas desse subgênero). Este canal, atualmente (na data deste post), está parado — tendo apenas os vídeos das faixas do EP “Endless War” do Wolflust (BRA).

Print do canal BWMD (13/01/2024) (Imagem 6). Clique aqui ou na imagem acima para ir a este canal.

6. Em conclusão, tenho que dizer que este é um blogue totalmente independente e sem nenhuma monetização; em realidade, eu, Rodrigo, fiz este site usando o WordPress.com — isso sem programar, de maneira totalmente gratuita e sem auxílio de outrem. De minha parte, criei outros blogues usando o WordPress (.com, não confundir com o .org) antes, a saber: Movimento NABRA (descontinuado por boas razões²); Te Christe Regem Gentium; e, ainda, Católicos Tradicionais — não sou (mais) católico, vale dizer, tendo em conta que todos esses nomes citados estão ligados ao catolicismo; eu, aliás, publicava textos apenas no primeiro (privado atualmente) — quis dizer com isso, além de outras coisas, que erros na administração do site podem acontecer — pois eu ainda sou amador nisso, querendo ou não.

Clique nas imagens acima para as expandir.

7. Esclarecidos estes pontos básicos, não vejo mais utilidade em prolongar este primeiro artigo do Schedios. Uma introdução foi feita; um site foi esclarecido; um objetivo foi, então, alcançado — “deve-se calar”³.

schedios.art.blog
Rodrigo C. Souza

1. O nome do canal foi alterado para “Eremita… Ta tombe est dans mon cœur” (sem “c’est”) no dia 13 de fevereiro de 2024.

2. Mais detalhes em um possível texto que ainda vai sair aqui.

3. É uma referência à célebre sétima (e última) proposição do Tractatus Logico-Philosophicus de Ludwig Wittgenstein: “Sobre aquilo de que não se pode falar, deve-se calar.”


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